Sábado, 19 de Setembro de 2020

Programa “Seduc Vai à Escola” percorre mais de 3 mil quilômetros na região do Araguaia




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O Projeto “Seduc Vai à Escola” visitou a região do Araguaia, percorrendo mais de 3 mil quilômetros e fazendo reuniões em três polos – Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), São Felix do Araguaia (1.200 km a nordeste de Cuiabá) e Barra do Garças (503 quilômetros a leste da capital) – com equipes gestoras das unidades escolares.

Segundo uma das representantes da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a superintendente de Políticas de Diversidades Educacionais, Lúcia Aparecida dos Santos, quase 300 profissionais da educação puderam participar. “As pessoas gostam de ser vistas e principalmente ser ouvidas, pois se sentem valorizadas. Esse é o foco do Projeto que busca conhecer cada escola desse Estado. É a valorização dos nossos profissionais, pois conhecemos a realidade local”, destaca.  

A superintendente adianta que a equipe de quatro técnicos da Seduc voltou com muitas sugestões, muitos pedidos e, principalmente, experiências exitosas. “São trabalhos que fazem a diferença na vida dos estudantes e transformam a realidade local”, assinala. A assessora pedagógica de Confresa, Evany Costa dos Santos avaliou como positivo o Projeto. “Tiramos muitas dúvidas. Os gestores ficaram honrados com a presença da Seduc na cidade que veio nos ouvir. O resultado foi o melhor possível”, assegura.

Video - Para proporcionar mais informação, a secretária adjunta de Gestão Educacional, Rosa Luzardo compartilha com a comunidade escolar um vídeo detalhando o Projeto Seduc Vai à Escola. O material faz parte de um projeto ainda maior desenvolvido por meio de orientações à distância e in loco na perspectiva de aproximar as escolas do órgão central. “O vídeo foi produzido com o objetivo de apresentar a Secretaria e a rotina dos profissionais que nela trabalham em seus mais variados setores”, explica Rosa Luzardo. 

No entendimento da secretária adjunta, a aproximação possibilitará avanços nas dimensões pedagógicas e estrutural das escolas. “Igualmente procuramos reconhecer e valorizar as experiências de cada escola em suas práticas educativas, sejam elas de cunho pedagógico ou administrativo”, assinala.


Autor: Redação AMZ Noticias


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