Sexta-Feira, 06 de Dezembro de 2019

CNA, INCRA e Instituto de Terras do Pará debatem soluções para a regularização fundiária rural




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Os avanços e os desafios da regularização fundiária rural no Brasil foram tema de uma reunião da Comissão Nacional de Assuntos Fundiários da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizada na última quinta (28), em Brasília.

O encontro teve a presença do presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Geraldo de Melo, e de representantes de institutos de terras dos estados.

Vale lembrar que o estado Pará é um dos estados com maior demandas no setor, segundo o presidente do Instituto de Terras do Pará, Bruno Kono, o debate foi muito produtivo, entre os temas tratados estiveram a questão indígena e a aquisição de terras por empresas nacionais com capital estrangeiro.

Para o Presidente do INCRA “Existe um desafio enorme que envolve o Incra, o governo e os estados também. O Incra não consegue fazer isso sozinho, precisamos de quem está na ponta. A nossa posição não será contrária a resolver o problema”.

Ele também reforçou que a regularização fundiária vai trazer desenvolvimento econômico para essas regiões, diminuir a tensão no campo e ajuda muito fortemente a questão da preservação ambiental” ele também, ressaltou que seu maior desafio frente ao Incra será destravar o órgão para poder cumprir a meta geral de regularização fundiária no País: 110 mil posses rurais com georreferenciamento e 160 mil posses rurais sem o mapeamento.

Bruno Kono, afirmou que o estado está investindo na reestruturação do órgão para desenvolver uma agenda técnica com a modernização dos sistemas e a capacitação da equipe técnica.

Ele também disse que “O Pará tem interesse de fazer a regularização fundiária justamente para entregar esse serviço público para quem de fato precisa que é o produtor rural. Eles precisam desse produto, desse reconhecimento do domínio para desenvolver suas atividades.”

Vale lembrar que a regularização fundiária hoje é um dos principais entraves para desenvolvimento das atividades agrícolas na maioria das cidades paraenses, com a nova decisão do INCRA esperamos que enfim o estado e a união ao invés de travarem, o sistema, façam as coisas andarem.

 


Autor: Redação AMZ Noticias


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