Sábado, 17 de Abril de 2021

Acesso ao financiamento imobiliário e aumento no preço do aluguel aquecem mercado do "1º imóvel"




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A pandemia da Covid-19 trouxe grandes incertezas e preocupações à economia mundial. No entanto, o mercado imobiliário brasileiro seguiu na contramão, apresentando crescimento considerável durante todo o ano de 2020 e que é notado até o momento. Essa constatação se dá, principalmente, por dois fatores: taxa básica de juros, somada ao maior acesso ao crédito e financiamento imobiliário, que, por consequência, aumentou expressivamente a valorização por ativos reais, sobretudo imóveis. Isso significa que, investir em imóveis se tornou mais acessível e seguro, até mesmo para pessoas que estão nas faixas salariais menores.

Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume de crédito contratado subiu 58% no acumulado do ano passado, considerado um recorde. Para 2021, a perspectiva de crescimento é de 21%. “O acesso mais fácil ao crédito e juros ainda considerados baixos refletiram diretamente na busca por imóveis, que cresceu em todos os níveis durante o ano passado”, afirma o diretor comercial de incorporação do Grupo A.Yoshii, Luiz Rogério Venturini, que abrange as construtoras A.Yoshii e Yticon. Para ele, a busca deve continuar alta, mesmo o recente anúncio do Comitê de Política Monetária (Copom) que aumentou de 2% para 2,75% ao ano da Selic.

Recentemente, a Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) divulgou uma pesquisa que mostra que 97% dos empresários do setor pretendem lançar novos projetos nos próximos 12 meses e 92% comprarão terrenos no período. Um dos exemplos desse aquecimento, portanto, é a construtora Yticon, que, além das atividades nas cidades de Londrina e Cambé, no Paraná, e Presidente Prudente, em São Paulo, acaba de ingressar na cidade de Maringá (PR), com previsão de investir mais de R$ 300 milhões nos próximos dois anos no município.

O primeiro empreendimento lançado na “Cidade Canção” é voltado ao Programa Casa Verde e Amarela. De acordo com a Abrainc, em termos de vendas, o segmento do Programa encerrou o ano passado com uma alta de 39,2%, sendo que os empreendimentos participantes foram responsáveis por 77,8% das vendas residenciais das incorporadoras em 2020, contra participação de 70,2% em 2019. Como prova do bom momento, a construtora acumula outros 2 empreendimentos para esse mesmo segmento lançados apenas no ano de 2020, totalizando mais de 560 unidades, e a previsão de mais 3 empreendimentos que serão lançados em 2021, no total de 880 unidades.

INTENÇÃO DE COMPRA - Outra aposta da construtora se baseia na intenção de compra de uma parcela grande dos brasileiros, como demonstrada na pesquisa “Raio-X FipeZap”, que avaliou a demanda por imóveis no quarto trimestre de 2020. Nela, 47% das pessoas afirmaram que tinham a intenção de adquirir imóvel nos próximos três meses.

O percentual se manteve praticamente inalterado em relação ao recorde histórico alcançado no trimestre anterior da pesquisa (48%), superando a média histórica, que é de 37%. Nesse sentido, o superintendente de expansão da construtora Yticon, Cleber Casado, mostra que o sonho da casa própria no Brasil se tornou mais acessível àqueles que nunca pensaram nisso antes. “As pesquisas do setor demonstram que comprar um imóvel é um dos investimentos mais seguros do momento”, afirma.

Com base em todos os dados, o superintendente aponta que a expectativa de vendas da Yticon no ano de 2021 irá manter o mesmo ritmo ou até mesmo superar os números do ano passado. “Uma situação que alavancou as vendas de imóveis foi o aumento de pessoas trabalhando em home office. Isso valorizou o 'morar'.

 E, também, o aumento em mais de 23% no IGP-M (índice de inflação responsável por reajustar os contratos de aluguel) no ano de 2020 levou muita gente a trocar o aluguel pela parcela do financiamento, já que os valores ficaram muito próximos”, ressalta, lembrando que o comparativo se refere a apartamentos que variam entre 140 e 250 mil reais, de 45 a 60 metros quadrados.

OPORTUNIDADE DO PRIMEIRO IMÓVEL - Um dos empreendimentos recém-lançados pela Yticon é o Solar Di Ravello, que está em fase de vendas para breve início da construção e na faixa do Programa Casa Verde e Amarela. O empreendimento será construído na região Sul de Londrina, no bairro Gleba Esperança, próximo à Universidade Estadual de Londrina (UEL) e de condomínios horizontais. A área se consolidou por meio de um projeto de bairro planejado contemplando casas e apartamentos. “A Gleba Esperança está em fase de expansão e crescimento vertiginoso, atraindo cada vez mais moradores, rede de serviços e de comércio. Avaliamos que empreendimentos como esse são uma excelente oportunidade para quem busca o primeiro imóvel”, finaliza o diretor.

A Yticon é uma construtora e incorporadora que atua há mais de dez anos nas cidades de Londrina, Maringá e Cambé, no Paraná, e Presidente Prudente, em São Paulo. A empresa do Grupo A.Yoshii desenvolve empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização, especialmente para quem quer conquistar o primeiro imóvel. A Yticon já construiu mais de 5 mil unidades, todas entregues rigorosamente no prazo, somando mais de 500 mil m² de área construída. Mais informações: https://www.yticon.com.br

SOBRE O GRUPO A.YOSHII -  Fundado há mais de 55 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de m² do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas

A outra parte do grupo é a Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná; e pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural. Além disso, atua em Obras Corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.


Autor: AMZ Noticias com Central Press


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