Quarta-Feira, 21 de Abril de 2021

Concessão do Aeroporto de Palmas é leiloada para a iniciativa privada por um prazo de uso de 30 anos




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O Aeroporto de Palmas foi leiloado nesta quarta-feira (7) após anos de estudos e projetos relacionados ao terminal, que foi incluído em um leilão do Ministério da Infraestrutura que concedeu para a iniciativa privada a concessão de 22 aeroportos em todo o país, separados em três blocos.

O aeroporto de Palmas estava agrupado no Bloco Central, junto com os de Goiânia (GO), São Luís (MA), Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE) que foi arrematado pela Companhia de Participações em Concessões que ofereceu R$ 754 milhões para todos os areportos do bloco Central.

O bloco concentra aeroportos que têm características semelhantes. Em comunicado divulgado naterça-feira (6), o Ministério lembrou que os terminais têm "vocação econômica para o turismo de eventos, turismo de negócios e integração regional, além de englobar áreas com expressiva atuação agropecuária e de agronegócios".

Outros projetos de infraestrutura na região que também irão a leilão esta semana e que são interligados com a estrutura aeroportuária. Dois destaques são a Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), que deve ter um trecho atravessando o Tocantins, e o Porto de Itaqui, no Maranhão, por onde boa parte da produção agrícola tocantinense é escoada.

O objetivo do Ministério da Infraestrutura é fazer os vencedores do leilão invistirem R$ 2,14 bilhões nestes terminais ao longo dos próximos 30 anos, prazo da concessão. Não foi divulgado o valor por terminal. Todo o processo deve gerar 30 mil empregos, também conforme a projeção do governo.

Além dos aeroportos do Bloco Central, foi leiloado o bloco Sul, com os aeroportos de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), Bacacheri em Curitiba (PR), Navegantes (SC), Joinville (SC), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS) que  tambem ficou com Companhia de Participações em Concessões que ofereceu por eles R$ 2,1 bilhões.

Já os aeroportos do bloco Norte, que inclui os terminais de Manaus (AM), Tabatinga (AM), Tefé (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC) e Boa Vista (RR) ficaram com o consórcio Vinci Airports que arrematou todo bloco com a proposta de R$ 420 milhões. 


Autor: AMZ Noticias com Assessoria


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