Sexta-Feira, 14 de Maio de 2021

Tribunal de Justiça diminui pena de vaqueiro que matou procuradores em Vila Rica




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A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJMT) diminuiu a pena do vaqueiro José Bonfim Alves Santana. Incialmente, ele foi condenado pelo Tribunal do Júri de Vila Rica a 47 anos de prisão pelos assassinato de Saint-Clair Martins Souto e Saint-Clair Diniz Souto Filho, pai e filho, mortos no ano de 2016.

Os magistrados seguiram por unanimidade o voto do relator do recurso contra a condenação do vaqueiro, o desembargador Paulo da Cunha, que estabeleceu a nova pena para 41 anos, 10 meses e 10 dias de reclusão. O julgamento para redução da pena ocorreu na tarde desta terça-feira (29).

De acordo com entendimento do desembargador Paulo da Cunha, a sentença proferida pelo Tribunal do Juri – o julgamento que condenou José Bonfim Alves Santana a 47 anos de prisão, ocorrido em agosto de 2019 -, foi “muito dura”. A advogada Elizabeth Diniz Martins Souto, mãe e ex-esposa das vítimas, participou do processo na qualidade de assistente de acusação. No julgamento ela disse temer por sua família quando o assassino estiver nas ruas.

O CASO -  No dia 9 de setembro de 2016, o procurador aposentado do Distrito Federal (DF), Saint-Clair Martins Souto, e seu filho, o procurador do Estado do Rio de Janeiro, Saint-Clair Diniz Souto Filho, foram mortos pelo gerente da propriedade rural que possuíam em Vila Rica, José Bonfim de Alves Santana.

Ambos teriam sido mortos pois começaram a desconfiar do roubo de gado feito pelo próprio gerente. José Bonfim foi preso na cidade de Colinas (TO) no dia 13 de setembro de 2016 e confessou o crime. Além dos assassinatos, o vaqueiro também escondeu os corpos das vítimas e, quando foram encontrados, já estavam em avançado estado de decomposição. Pai e filho foram executados com um revólver calibre 38.


Autor: AMZ Noticias com FolhaMax


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