Sábado, 04 de Dezembro de 2021

Ser honesto, é ser humano




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É difícil ficar calado ou deixar de dar uma resposta á altura para os canalhas que furaram ou tentaram furar a fila para serem vacinados contra o Covid-19. Às vezes, vem à cabeça, o pensamento de: “como acabar com a pandemia no Brasil, se a pior das pandemias é a desonestidade de quem haveria de dar o exemplo?”.

Aliás, depois de tantas cobranças da imprensa e da sociedade, exibiram um roteiro de como seria feita a distribuição e vacinação da população. Cá pra nós: só pra enganar trouxas.

As vacinas mal chegaram ao Brasil e os donos do poder de 18 Estados furaram a fila. Onde está a dignidade dessas autoridades? Segundo o Estadão – Folha de São Paulo digital, do dia 22 de janeiro, os primeiros a receberem as vacinas seriam: “idosos residentes em institutos, indígenas e servidores da saúde que trabalham diretamente no combate à Covid-19”.

Nada disso até o momento está acontecendo. Por conta dessa triste realidade é que se torna oportuno lembrar a esses indignos privilegiados que: “Ser honesto, é ser Humano”.  Um fator da critica que se observa, e que está em pânico a todo vapor chama-se “AN SI E DA DE”. Venhamos e convenhamos: há vacina para essa pandemia? Que está generalizada em todo o Brasil? Quem vai curar a população com mais engodo da saúde?

Não muito longe dessa angústia vem também o alto índice de desemprego e a inflação que anda totalmente fora da realidade; Digo assim para não ter que entrar em detalhes percentuais crescentes a partir de 2016. Pesquisem no Google.

Diz o ditado que o mundo é dos espertos. Tudo bem, pode até ser; Porém, não é difícil ser esperto e, ao mesmo tempo, ser honesto. Tenho dito que a palavra TRANS PA REN CIA surgiu a partir do momento em que se quer provar inocência. Que idiotice dos idiotas. Tempos atrás, uma pessoa séria dizia em alto e bom tom que a sua palavra valia mais que a sua assinatura. Tais conceitos caíram na arrelia dos desonestos para descaracterizar a dignidade das pessoas de bem, honestas por excelência e, por excelência, humildes.

Temos, portanto, dois tipos de pandemia: a primeira é a crise do Covid-19, que está tendo o privilégio de tratar. Em primeiro lugar, os poderosos e a pandemia, é a ansiedade que, sequer, entrou na pauta do dia. A primeira pode ser resolvida com a vacina, mas, e a outra?

Esse artigo parece pessimista, desanimador, mas nem tanto. Cito a realidade comungada com fatos sobrea a Covid-19. Tais ocorrências vêm sendo divulgadas diariamente pela imprensa em todo o país. Não bastasse a ansiedade da sociedade, ela também se envergonha do comportamento por parte de alguns governistas. Misericórdia é o que clama a população aos governantes: “Sejam humanos, tentem ser honestos”.

GILSON NUNES é jornalista.


Autor: Gilson Nunes


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