Quinta-Feira, 06 de Maio de 2021

Diretor da Famato no Médio Araguaia diz que faltam critérios claros para discutir o zoneamento




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O vice-presidente regional da Famato no Médio Araguaia, Antonio Fernandes ‘Tunico’ de Mello declarou que a proposta do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico da forma como está, será prejudicial para o agronegócio de Mato Grosso.

Para ele, o projeto será um retrocesso para a economia do Estado, retirando áreas importantes do agro. ‘Tunico’ informou que atualmente, as propriedades rurais estão mantendo suas reservas. Ele lembrou que as reservas indígenas são consumidas todos os anos por incêndios, destruindo a fauna e a flora.

O mesmo ocorre em parques e reservas florestais. Exemplificou com a situação do Parque Estadual de Chapada dos Guimarães que é atingido por queimadas todos os anos, sem combate eficaz por parte do Estado. As propriedades rurais sofrem com incêndios principalmente vindos de reservas indígenas e beira de estradas. Tunico destaca que nenhuma propriedade rural quer ter prejuízos com incêndios.

As áreas úmidas também enfrentam secas devastadoras. O líder da Famato destacou que as áreas úmidas terão enormes restrições. Ele perguntou para onde irão os produtores que perderão o direito de explorar a terra? “Faltam critérios para criar reservas legais e precisamos tomar cuidado com aquilo que está por trás de toda essa questão ambiental”, declarou ele. Também não há critérios claros para discutir o zoneamento.


Autor: AMZ Noticias e Interativa FM


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